fevereiro 08, 2010

a entrar para o clube dos papás :)

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digam lá se não é parecido(a) com o pai?? já a preparar-se para as longas tardes passadas nas espreguiçadeiras das praias do pacífico sul :)

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fevereiro 05, 2010

the butterfly circus

narrado por "nelourenco", quase às 05:16 PM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

fevereiro 01, 2010

braga

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narrado por "nelourenco", quase às 02:23 PM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

lisboa

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janeiro 28, 2010

pit melga

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é quase assim...

narrado por "nelourenco", quase às 04:04 PM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

alguns homens, duas mulheres e eu

“Tinha sido uma cena verdadeiramente inesquecível. Eu, muito protegida, entre Jorge, o homem bonito e David, o sedutor nato. Filipe entrando no bar, ao fim de seis meses de ausência silenciosa, surpreendendo-me muito bem acompanhada, talvez bem demais. Eu imediatamente disposta a ignorá-lo. Filipe aproximando-se, cada vez mais perto. Eu voltando a cabeça, fingindo não o ver. Filipe dizendo, em tom de brincadeira: eu acho que a conheço de qualquer lado. Eu erguendo a cabeça, fitando-o nos olhos e respondendo: tem graça, eu não me lembro. Filipe, inconformado, sentindo-se subitamente inofensivo entre Jorge e David, os dois colados a mim, atacando de novo: acho muito estranho que não se lembre, pois podia jurar que já estive na sua cama. Eu, no auge da minha maldade, defendida por duas poderosas muralhas, concluindo: pois olhe, para eu não me lembrar é porque não deve ter sido nada de especial.”

Maria do Rosário Pedreira

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janeiro 27, 2010

duas das três faces da moeda

Os trabalhadores sabem muito bem que a expressão «liberdade de reunião», mesmo na mais democrática das repúblicas burguesas, é uma frase vazia porque os ricos têm os melhores edifícios públicos e privados à sua disposição e têm também suficiente tempo livre para reuniões e para a protecção dessas reuniões pelo aparelho policial burguês. [...] Enquanto a situação assim se mantiver, a «igualdade», isto é, a «democracia pura», é uma fraude pura e simples.

Os capitalistas chamam «liberdade» à liberdade dos ricos, à liberdade para comprarem a imprensa, usarem a riqueza para fabricarem e moldarem a chamada opinião pública.

Vladimir I. Lenine
4 de Março de 1919
Pela ditadura do proletariado – discurso por altura da criação da Internacional Socialista.


“... em caso algum permitiremos que a nação ... se envolva em conflitos nos quais não está interessada. Não estamos dispostos a lutar pelos interesses económicos ou territoriais de outros sem obter um mínimo de benefícios visíveis .... Além do mais, não esperamos esse tipo de apoio de outros. [estamos] determinad[os] a impor[-nos] sensatez e moderação nos ... interesses e exigências. Mas se os interesses [...] estiveram seriamente ameaçados, não esperaremos receber o apoio da Liga das Nações e assumiremos, desde o início, o direito de arcar nós próprios com a tarefa.

[...] não pretendemos deixar que o nosso comportamento seja determinado, no futuro, por uma instituição intemacional que, ao não reconhecer oficialmente factos incontestáveis, aparenta agir menos como um homem sensato e mais como uma certa ave de grande porte.

Os interesses das nações, no que respeita à sua existência ou não existência, são mais fortes do que considerações formalistas. Em 2038 é possível que tenham surgido novos estados e que outros tenham desaparecido sem que este novo estado de coisas tenha sido registado em Genebra.

A única coisa que tem envenenado e prejudicado a vida comum nestes dois países [França e Inglaterra] é a completamente insuportável campanha da imprensa que em ambos … se tem feito sentir sob a máxima "liberdade de opinião individual".

Adolf Hitler
20 de Fevereiro de 1938
“As intenções da Nova Alemanha”


ambos in "50 Grandes Discursos da História"
Manuel Robalo
Miguel Mata
Edições Sílabo, 2005.

narrado por "MatosB", quase às 12:47 AM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

janeiro 19, 2010

a amizade como modelo de negócio

as notícias que vão circulando são as de que em breve, um preço será imposto, para que os utilizadores da rede social facebook a possam continuar a usar.
se for assim, está chegado o momento de fazer cessar o uso da plataforma que tinha enunciado a um amigo em concreto: de que tinha ido ver como aquilo funciona.
sendo um modelo bem sucedido em termos de adesão e um programa inteligente (como conjunto de aplicações) o facebook carregou durante muito tempo os nossos dados pessoais, os nossos gostos, registou quem eliminámos do grupo de amigos e naturalmente, quem faz parte do grupo de amigos de cada um; anotou quem escolheu jogos, traçou perfis pessoais, de consumo e de pagamentos, percebeu quem eliminou publicidade (e de quem) tudo isto informação que deixámos e entregámos voluntariamente. mas nem por isso esclarecidamente.
é um modelo de negócio que tira partido da existência de uma ligação mínima entre as pessoas. é um modelo de negócio assente na amizade como negócio, uma ideia que pode repugnar alguns.
a meu ver, o mais notável aproveitamento que a plataforma fez da boa-fé colectiva, foram os inúmeros tipos de quizz potenciados pelos utilizadores e que os puseram a classificar-se uns aos outros quanto a gostos pessoais, opiniões sobre o carácter, receios de morte, expectativas de futuro, condição económica e mais uma série de dados.
até os jogos proporcionados assentam na permanência física do utilizador-jogador; se repararem, há nos jogos inúmeras "fontes de receita" (caso do Mafia, Quintas e sei lá mais o quê) que são congeladas ou desabilitadas se o utilizador não permanecer uma quantidade de horas on-line.
e também aqui se colecciona o perfil do utilizador, quanto a estratégias face ao risco e consequências disso.
no futuro, se o FB propuser não cobrar nada, em troca de resposta obrigatória a quizz... percebe-se para que eles servem...
mas não se iludam: está muito dinheiro em jogo.
mais de um milhão de utilizadores pagaram dinheiro real para comprarem bens virtuais, isto é, que não existem; as pessoas que não oferecem para um peditório ou podem "cortar" na ajuda ao banco alimentar, podem ter pago bem mais para "terem" bens virtuais: desde energia na MafiaWars, até tractores nas Quintas virtuais passem os olhos aqui: http://www.insidesocialgames.com/2009/10/13/is-ea-going-to-buy-zynga-or-playfish-in-social-gaming-bid/
todas as oportunidades de marketing para promover a imagem das empresas relacionadas com o FB são aproveitadas; até a criação de um fundo de apoio às vítimas da última calamidade natural que ainda motiva envio de apoios (site da Zynga).
numa estratégia de dizer ao utilizador "paga ou sai", esperando que a pena de ter de deixar amigos possa pesar mais para o lado do "pago", pode acontecer que se surpreendam e a adesão não corresponda às expectativas comerciais dos promotores do facebook.
racionalmente e para evitar a debandada de utilizadores, admito que o FB possa dividir o serviço prestado em categorias de utilizadores, onde quem mais pagar, mais funcionalidade terá à disposição, uma espécie de criação artificial da necessidade de se "ser alguém" no FB.

também aqui a amizade terá um custo. artificial.

para os que decidirem não ficar, é simples: apaga-se o perfil. novo ditado popular facebokiano: "perfil apagado, é perfil achado". podemos apagar o perfil, mas os dados pessoais e os perfis dos outros que ajudamos a construir, esses, ficaram, ficarão e muito provavelmente serão usados comercialmente. nada de novo, aliás, numa plataforma onde a única coisa que de facto controlamos é quando optamos por clickar no botão de sair.

como eu.

narrado por "MatosB", quase às 12:57 AM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

janeiro 18, 2010

calma rias

podia ser sempre assim: não me importava; podia ser sempre aquela a ruela a percorrida, aquele o chão contado de olhar mergulhado nos pés, ou aquele céu admirado de nariz empinado; e aquele o ar gélido respirado, a contrastar com a atmosfera quente que se havia de fazer sentir, mal se cruzasse a soleira.
o veículo podia ficar à porta, assim mesmo, pronto para a correria desatada à vrtiginosa velocidade da pedalada.

têm graça essas flores que dão colorido ao chão que se usa em paredes.

ali, ouvia-se tudo: o vento, as aves marítimas, as gentes, as falas e os odores a comidas.
tal como cá.

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narrado por "MatosB", quase às 12:35 AM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

janeiro 17, 2010

A consciência ético-moral como génese da insurgência robótica

“Nós japoneses queremos viver lado a lado com robôs [...]” . É uma frase estrondosa, que povoa o imaginário da civilização industrializada e que faz parte da possibilidade aceite pelos países desenvolvidos em termos de investigação científica, com campos aplicacionais tão distintos como a medicina (na substituição de membros e na reposição de sentidos afectados ou inexistentes, como a visão) e a “indústria do prazer” com as novas possibilidades de partilha de sensações que as comunicações electrónicas transportarão e entregarão a terminais sensoriais bidireccionais .
Esta simbiose parcial entre maquinaria e corpo humano estará ainda numa fase de embrionária, porque ainda de complementaridade do corpo humano (que de alguma forma se tornou falho por acidente ou por deficiência genética) e a caminho da construção de algo de auto-suficiente em termos de mobilidade, força e agilidade que permita ocupar funções típicas do Homem , tornado-se o seu melhor amigo enquanto “companheiro interactivo artificial” .
E é nesse espaço de convivência perceptível como devir, que se vão construindo os meios para a comunicação efectiva entre humanos e máquinas, já que sem a fala, sem a comunicação entre as distintas individualidades, não existe “o outro”.
Curiosamente, é um autor de ficção científica que propõe numa das suas obras a implantação de limites ao suposto livre arbítrio robótico. Conhecidas como as três leis da robótica de Isaac Asimov , os comandos são supostos de revelar princípios gerais suficientemente abrangentes para emprestar uma dimensão de consciência humana a uma máquina, de forma a que esta nunca coloque em risco a própria vida do seu criador humano:
1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, excepto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal protecção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
Tal necessidade de estabelecimento de leis só faz sentido, perante a previsão de que as máquinas poderão equacionar a necessidade de assegurar a afirmação do seu poder sobre os humanos, com vista à sua própria sobrevivência, ou simplesmente, por desejar o domínio existencial.
Nestes termos, será de pressupor que no momento em que fosse criado um “robô” funcionalmente adequado (perfeito) para desempenhar papéis e tarefas atribuídas pelo Homem, este, poderia ser tido por aquele como ameaça radical, em caso de percepção de conceitos de “inutilidade”, “desactivação”, “mau funcionamento crítico” ou de “avaria irreversível” despertando assim nas máquinas uma conjugação maximizada da “autodeterminação informacional” com o “direito de resistência”, Princípios de Direito dos humanos, de que resultaria um “desejo de sobrevivência” compatível com situações limite humanas de que o estado de necessidade ou a legítima defesa são exemplos.
A teoria económica permite-nos antever que o mercado determinará de forma racional o emprego sectorial de diferentes modelos de robôs em função das ocupações primordiais – razões de existência.
A questão da existência dentro de limites impostos à decisão por estas máquinas dotadas de inteligência artificial, não se põe, a meu ver, sobre a possibilidade de elas virem a poder ter uma aproximação ao Homem por via de uma plataforma de exercício ético-moral próprio dos humanos, por intermédio da “injecção” das referidas três leis. O que me parece que é a questão fundamental, é a de se poder determinar se há a possibilidade de a autonomia robótica naqueles termos poder vir a resultar numa autopoiesis cibernética, imprevista, e que, nesse âmbito, seja a própria máquina a introduzir, à laia de nova lei fundamental, uma “Lei Zero” , a excepção das excepções às leis de Asimov, que seriam assim atraiçoadas a partir do momento em que a máquina ela própria, decide quando o interesse da Humanidade está acima do interesse individual .
Este ideia da possibilidade da “revolta das máquinas” não será um tema inteiramente novo em termos do livro e do filme; mas a indústria cinematográfica mais recente tem apresentado com bons resultados económicos (o que corresponde a uma procura favorável pela audiência) uma imagem subalternizada do robô em relação ao seu criador, não tanto em termos de dependência de instruções para agir, mas no papel efectivo que desempenha: são quase sempre substitutos do humano em tarefas eticamente questionáveis, moralmente condenáveis, socialmente desviantes , ou altamente desgastantes em termos físicos e psíquicos; mas ainda assim, são sempre representados como inteligentes, esteticamente e biologicamente compatíveis com o ser humano, com certeza porque criados à sua imagem e semelhança .
Por outro lado, se o avanço tecnológico permitir a “humanização robótica”, o Direito teria de reflectir uma tal fase de escalonamento civilizacional, uma vez que as referidas leis de Asimov não parecem impedir a possibilidade de ocorrerem acções destrutivas entre os robôs.
Sendo “coisas” dotadas de inteligência artificial, não cometem qualquer crime se se incapacitarem definitivamente ou parcialmente, de forma voluntária. Mas parece razoável equacionar a existência de responsabilidade civil pelo fabricante; mas até que limite ou com que extensão axiológica?
Já inverso (inviabilização voluntária da autonomia funcional de um robô por um humano) parece muito mais simples de qualificar, porque aparentemente se trata de um crime de dano sobre um objecto cuja propriedade será sempre determinável.
Chegados aqui, parece fácil caracterizar a nova forma social que o “companheiro interactivo dotado de inteligência artificial” reveste, sublinhando-se os aspectos que me parecem essenciais: trata-se de um objecto, passível de disposição pelo seu proprietário a qualquer momento, cuja razão de auto-funcionalidade é determinada pelo seu proprietário. Por outras palavras: um escravo.
O criador receia a sua própria criação.
Seria interessante poder acompanhar o tema agora apresentado, com vista, mais do que à sedimentação da discussão das consequências civilizacionais da incorporação social de “companheiros artificialmente interactivos”, determinar se é ou não possível assegurar a sobrevivência da espécie humana quando esta tiver de partilhar o mesmo espaço com formas de individualidade robótica dotadas de capacidade decisória com base em inteligência artificial.

narrado por "MatosB", quase às 03:34 AM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

janeiro 16, 2010

taxistas

porque é que ninguém escreve nada sobre as taxas?
porque é que não se insurgem contra as taxas de legalidade duvidosa e inconstitucionalidade quase certa?
porque não há coragem provedorial e jurisprudencial para pôr essa pessoa dita de bem, no lugar?

porque é que há a taxa de audiovisual? e a taxa para o INEM em seguros de vida? e a melhor de todas, num claro regresso à Idade Média: a taxa do direito de passagem!

narrado por "MatosB", quase às 10:16 PM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

janeiro 13, 2010

onde se vendem viagens para esta cidade?

narrado por "nelourenco", quase às 04:03 PM | E foi dito que: (2) | Calhando, tem mais aqui: (0)

quem não tem mais nada para fazer, faz coisas...

médico italiano reconheceu sintomas de várias doenças em personagens de pinturas clássicas.

ver aqui

narrado por "nelourenco", quase às 03:51 PM | E foi dito que: (0) | Calhando, tem mais aqui: (0)

9/3

:-)

narrado por "nelourenco", quase às 02:32 PM | E foi dito que: (2) | Calhando, tem mais aqui: (0)

fonix pa!!