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agosto 26, 2009
eu pensava que
eu pensava que os Serviços de Informação visavam as questões da segurança e da identidade nacional.
eu pensava que nesse propósito, poderiam os ditos Serviços prevenir e detectar interesses (nomeadamente estrangeiros, "de Estado") que colisissem ou pusessem em causa a exclusividade de informação comercial, industrial ou até de outro tipo, de que resultasse, por exemplo, um atentado à economia portuguesa.
Tratava-se de um campo de disputa de inteligências; de estratégias; de actos ligados à "informação".
eu pensava que, para a criminalidade, mormente a criminalidade organizada, existiam as Polícias e que, para os casos mais difíceis, se usavam mecanismos, proporcionais ao caso, como os "infiltrados", assim coubesse na lei.
eu pensava que era para isso que existia o DCIAP "especialidade" do Ministério Público.
não percebo como pode a criminalidade "financeira" ser um objecto do SIS e do SIED.
nem entendo para quê tanto barulho em torno das múltiplas bases de dados das diferentes Polícias e da interoperabilidade entre as ditas bases de dados dessas polícias, garantida por uma "plataforma" controlada (o acesso está excluído...) pelo Secretário Geral do Sistema de Segurança Interna e pelo seu Conselho Coordenador, a menos que seja para criticar precisamente haverem tantas e distintas bases de dados, uma vez que o nosso País é rico.
Publicado por MatosB às agosto 26, 2009 12:39 AM
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